Teste de Autoestima (Rosenberg)
Baseado na Escala de Rosenberg, este teste avalia como você se percebe e sua satisfação consigo mesmo. São 10 perguntas sobre seus sentimentos e pensamentos sobre si.
O que a autoestima afeta na prática — e quando buscar ajuda
A autoestima não é simplesmente "gostar de si". Ela influencia como você toma decisões, aceita críticas, estabelece limites e se posiciona em relacionamentos. A Escala de Rosenberg, criada em 1965 e validada em mais de 50 países, mede esse aspecto central da saúde emocional com apenas 10 itens.
É normal que a autoestima oscile em fases difíceis — término, desemprego, luto. A diferença é quando a autocrítica se torna constante e desproporcional: você se cobra mais do que cobraria um amigo, evita oportunidades por medo de fracasso ou sente que nunca é "o suficiente".
Se o resultado deste teste indica autoestima baixa, não significa que existe algo errado com você — significa que talvez valha investir em autoconhecimento, e a psicoterapia é uma das ferramentas mais eficazes para isso.
Autoestima baixa vs. Depressão vs. Autocrítica saudável: como distinguir?
| Autoestima baixa | Depressão | Autocrítica saudável | |
|---|---|---|---|
| Como se manifesta | Insegurança persistente, comparação constante | Humor deprimido + perda de prazer + fadiga | Reconhece falhas sem se desvalorizar |
| Impacto principal | Relacionamentos e decisões | Todas as áreas da vida | Crescimento pessoal |
| Duração | Padrão de longo prazo | Episódios ≥ 2 semanas (DSM-5) | Situacional e proporcional |
| Teste indicado | Escala de Rosenberg (este teste) | PHQ-9 | Não necessita teste |
| Quando buscar ajuda | Quando limita escolhas e relacionamentos | Quando prejudica o funcionamento diário | Faz parte do amadurecimento |
Autoestima baixa e depressão frequentemente coexistem. Se você também percebe tristeza profunda ou perda de interesse, considere fazer o Teste de Depressão (PHQ-9).